Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Caylee Marie Anthony (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 09/06/2008

Localização: Orlando (Exterior)

Data de Nascimento: 17/09/2004 (3 anos)

Data de Falecimento: 09/06/2008

Sexo: Feminino Feminino
 

Caylee Marie Anthony, 4 anos, foi assassinada, Orlando-USA, em 09/06/2008.

Caylee Marie Anthony foi dada como desaparecida por sua mãe em 09/06/08. Segundo Casey Anthony, mãe de Caylee Marie Anthony, sua filha havia sido levada por uma babá.

Houve grande divulgação principalmente por parte dos avós da menina, mas após 6 meses de buscas e investigações, foi encontrada dentro de uma bolsa plástica a ossada de Caylee Marie Anthony, que foi confirmada por DNA.

Os restos, fragmentos de ossos alguns deles de tamanho muito pequeno, foram achados por um funcionário do serviço público em uma área de densa vegetação a menos de 1 quilômetro da casa onde a menor vivia com seus avós e sua mãe, Casey Anthony.

Casey Anthony, 22 anos, foi acusada em outubro/2008 de homicídio em primeiro grau, entre outras seis acusações criminais, pelo suposto assassinato de sua filha Caylee Marie Anthony.

Jan Garavaglida, legista do condado de Orange, na costa leste do estado, explicou em entrevista coletiva que os testes de DNA realizados nos restos humanos permitiram estabelecer que eles correspondem à menina e que sua morte se considera um homicídio.

O legista disse que a análise dos restos de ossos não revelou se Caylee Marie Anthony sofreu algum tipo de trauma antes de sua morte e que não pôde ser determinada ainda a causa da morte.

Ele disse que se chegou à conclusão de que se tratava de um homicídio a partir de "provas circunstanciais encontradas no local do crime".

O começo do julgamento contra Casey Anthony está marcado para o início de janeiro de 2010.

O promotor do caso, Lawson Lamar, ainda não disse que tipo de pena o Estado pedirá para Casey, que, se for declarada culpada, enfrentaria desde a prisão perpétua sem direito à liberdade condicional, até a pena de morte.

Um júri popular na Flórida inocentou, em 05/07/2011, a americana Casey Anthony das acusações de ter assassinado sua filha de dois anos.

A alegação da Promotoria era de que Casey, 25 anos, teria sufocado a pequena Caylee em 2008, com fita adesiva sobre sua boca e seu nariz, porque a existência da filha supostamente impedia que ela se divertisse e frequentasse festas.

Ela também era acusada de ter jogado o seu corpo em decomposição em um bosque perto de sua casa, em Orlando, após circular por vários dias com ele no bagageiro de seu carro.

Casey primeiro alegou que a criança tinha sido sequestrada pela babá; depois, durante o julgamento, disse que a menina tinha se afogado acidentalmente em uma piscina.

A tese da defesa era de que Caylee não fora assassinada – teria morrido por acidente, na piscina; Casey e seu pai, George Anthony, teriam entrado em pânico e escondido o corpo por medo da polícia.

George Anthony negou essa versão. Com diversas versões e reviravoltas, o caso prendeu a atenção dos americanos nos últimos meses.

Casey foi inocentada das acusações mais graves, mas foi condenada por mentir à polícia durante a investigação do desaparecimento de Caylee. A sentença será definida nesta quinta-feira (07/07), mas, como Casey já passou quase três anos detida, é possível que ela seja libertada pela corte.

Ao ser inocentada das acusações de assassinato e de abuso, Casey chorou.

Dúvida razoável

Os restos mortais de Caylee foram descobertos em uma floresta próxima à casa da família Anthony, seis meses depois de seu desaparecimento.
Foto de Caylee com a avó, mãe de Casey, foi apresentada no julgamento

Mas o médico que examinou o corpo não conseguiu determinar a causa da morte.

A Promotoria apresentou provas forenses que, segundo os advogados, mostram que Casey guardou o corpo da filha no porta-malas de seu carro e que ela fez pesquisas na internet sobre o termo "clorofórmio", substância que teria sido utilizada para deixar a criança inconsciente no momento de sua sua morte.

Os promotores também alegaram que, durante o período em que Caylee já estava desaparecida, Casey teria se comportado de maneira incompatível com alguém preocupada com a filha – ela teria frequentado festas e feito uma tatuagem com os dizeres "Bella Vita" (vida bela).

A defesa, por sua vez, conseguiu convencer os jurados de que eles não poderiam considerar Casey culpada "além da dúvida razoável" – o padrão para condenações criminais nos EUA, explicam analistas.

Alega que a morte da criança foi "um acidente que, como uma bola de neve, saiu do controle".

Em uma entrevista coletiva após o veredicto, os advogados de defesa criticaram a pena de morte – que havia sido solicitada pela Promotoria no caso – e a imprensa, por supostamente ter "condenado" Casey antes mesmo da decisão judicial.
 


Casey Anthony, 22 anos, principal suspeita de ter assassinado a filha Caylee Marie Anthony 

Casey Anthony chorou ao ouvir a decisão dos jurados

Casey Anthony, 22 anos, foi acusada em outubro/2008 de homicídio em primeiro grau, entre outras seis acusações criminais, pelo suposto assassinato de sua filha Caylee Marie Anthony.

Um júri popular na Flórida inocentou, em 05/07/2011, a americana Casey Anthony das acusações de ter assassinado sua filha de dois anos.

A alegação da Promotoria era de que Casey, 25 anos, teria sufocado a pequena Caylee em 2008, com fita adesiva sobre sua boca e seu nariz, porque a existência da filha supostamente impedia que ela se divertisse e frequentasse festas.

Ela também era acusada de ter jogado o seu corpo em decomposição em um bosque perto de sua casa, em Orlando, após circular por vários dias com ele no bagageiro de seu carro.

Casey primeiro alegou que a criança tinha sido sequestrada pela babá; depois, durante o julgamento, disse que a menina tinha se afogado acidentalmente em uma piscina.

A tese da defesa era de que Caylee não fora assassinada – teria morrido por acidente, na piscina; Casey e seu pai, George Anthony, teriam entrado em pânico e escondido o corpo por medo da polícia.

George Anthony negou essa versão. Com diversas versões e reviravoltas, o caso prendeu a atenção dos americanos nos últimos meses.

Casey foi inocentada das acusações mais graves, mas foi condenada por mentir à polícia durante a investigação do desaparecimento de Caylee. A sentença será definida nesta quinta-feira (07/07), mas, como Casey já passou quase três anos detida, é possível que ela seja libertada pela corte.

Ao ser inocentada das acusações de assassinato e de abuso, Casey chorou.

Dúvida razoável

Os restos mortais de Caylee foram descobertos em uma floresta próxima à casa da família Anthony, seis meses depois de seu desaparecimento.
Foto de Caylee com a avó, mãe de Casey, foi apresentada no julgamento

Mas o médico que examinou o corpo não conseguiu determinar a causa da morte.

A Promotoria apresentou provas forenses que, segundo os advogados, mostram que Casey guardou o corpo da filha no porta-malas de seu carro e que ela fez pesquisas na internet sobre o termo "clorofórmio", substância que teria sido utilizada para deixar a criança inconsciente no momento de sua sua morte.

Os promotores também alegaram que, durante o período em que Caylee já estava desaparecida, Casey teria se comportado de maneira incompatível com alguém preocupada com a filha – ela teria frequentado festas e feito uma tatuagem com os dizeres "Bella Vita" (vida bela).

A defesa, por sua vez, conseguiu convencer os jurados de que eles não poderiam considerar Casey culpada "além da dúvida razoável" – o padrão para condenações criminais nos EUA, explicam analistas.

Alega que a morte da criança foi "um acidente que, como uma bola de neve, saiu do controle".

Em uma entrevista coletiva após o veredicto, os advogados de defesa criticaram a pena de morte – que havia sido solicitada pela Promotoria no caso – e a imprensa, por supostamente ter "condenado" Casey antes mesmo da decisão judicial.
 




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Izabella em 23/07/2012 18:25
Eu realmente acho que foi a mãe da garota que a matou,senão porque esconder que a filha estava morta.Isso é muito doloroso pobrezinha.


Thiago Matos em 09/06/2012 04:21
É uma vadia desgraçada,,,Deus abençoe a alma dessa menina sem culpa,sem pecado, pobrezinha,infelizmente foi gerada na barriga de uma tola, essa mulher tinha que morrer na cadeia...


Adriana em 07/07/2011 11:43
se ela morava com a mae e os avos como que a mae escondia a neta deles, e o pai de caylee fala o que sobre a morte.


Adriana em 06/07/2011 17:52
tao linda por que, estou muito deprimida c esse caso.

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