Edmilson dos Reis Alves, de 59 anos, foi espancado, na noite de 27 de novembro de 2011, após sofrer um mal súbito, em Sapopemba, na zona leste de São Paulo.
O motorista de ônibus Edmilson dos Reis Alves morreu após perder o controle do veículo e bater em quatro carros e em uma moto, por volta das 23h30 de domingo (27). Após o acidente, que aconteceu na rua Torres Florêncio e Rielli, na zona leste de São Paulo, várias pessoas que estavam em um baile funk invadiram o coletivo e agrediram o motorista. Os agressores imaginaram que o motorista estivesse bêbado, o que foi descartado em sua autópsia. Os agressores ainda roubaram 25 reais do caixa do cobrador.
O corpo de Edmilson dos Reis Alves foi sepultado na terça-feira (29/11) no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, bairro da zona leste de São Paulo, onde também foi realizado o velório. A cerimônio foi realizada por volta das 9h e contou com a presença de familiares e amigos do motorista.
A polícia ainda não tem informações sobre os agressores e pede para, quem tiver informações, entrar em contato pelo Disque-denúncia (181). O caso foi registrado no 69º DP (Teotônio Vilela).

Foto: AE
Familiares e amigos participam do enterro do motorista Edmilson Alves, em cemitério da zona leste

Segundo a mulher do motorista, ele completaria 60 anos na terça-feira (29/11) (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Adriano é um dos quatro filhos de Edmilson dos Reis Alves (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Edmilson dos Reis Alves, de 59 anos, foi espancado, na noite de 27 de novembro de 2011, após sofrer um mal súbito, em Sapopemba, na zona leste de São Paulo.
O motorista de ônibus Edmilson dos Reis Alves morreu após perder o controle do veículo e bater em quatro carros e em uma moto, por volta das 23h30 de domingo (27). Após o acidente, que aconteceu na rua Torres Florêncio e Rielli, na zona leste de São Paulo, várias pessoas que estavam em um baile funk invadiram o coletivo e agrediram o motorista. Os agressores ainda roubaram 25 reais do caixa do cobrador.
A polícia ainda não tem informações sobre os agressores e pede para, quem tiver informações, entrar em contato pelo Disque-denúncia (181). O caso foi registrado no 69º DP (Teotônio Vilela).